Sunday, January 17, 2010

Apanhado de notícias brasileiras

Quer ter uma idéia de como é o Brasil a partir da imprensa?

Segundo reportagem de 2004, "40% dos brasileiros não escovam os dentes". Eca, eca, eca. População porquinha, hein? Não sei quanto a você, mas sempre escovo os meus. Agora, o pessoal está mais preocupado é com celular: "Segundo o IBGE, entre 2005 e 2008, o número de usuários pulou de 36,6% para 53,8%. O valor corresponde a 86 milhões de pessoas." Imagina que beleza não deve ser pegar emprestado o celular de quem não escova os dentes. Eca, eca, eca.

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Uma informação (no mínino) curiosa: "80% do orçamento das Forças Armadas custeia folha de pagamento, diz pesquisa". Forças Armadas = órgão estatal = cabide de emprego. Mas ainda há um elemento bizarro na razão dos pagamento: “'Oitenta por cento do orçamento do Brasil ao longo do período estudado foi para pagamento de folha e desses 80%, 63% para pensionistas e inativos das Forças Armadas', revela o pesquisador" (negritos meus). O que isso significa? Montamos uma máquina militar cujo objetivo primário é proporcionar o maior bem-bom para os clientes dela. Isso sem precisar dar um único tiro. É o poder estatal a serviço do ócio.

Falando em ócio, uma passagem do livro (que todo mundo tinha que ler) O espírito das revoluções, do Meira Penna :

Reparei certa vez em Salvador que, num dia da semana, se pinhavam nas praias multidões de homens ociosos, como se nada tivessem a fazer, senão gozar das delícias estupendas da música, do sol e do mar. "A Bahia é boa terra, é o único lugar do Brasil", explicou-me uma amiga baiana, "onde os brancos trabalham para os pretos..." Cada um dispõe daquilo que deseja ou daquilo que merece, se assim determina a Dama Fortuna. Quem somente aprecia a praia, o carnaval e o jogo do bicho terá sempre praia, carnaval e jogo do bicho à disposição. Mas provavelmente morará em favela, a não ser que, por excepcional acaso, faça a quina da loto ou venda cocaína sem ser preso... (p.290)

Tal Salvador, tal Rio. Vou aproveitar para contar mais algumas coisas do gênero. Dia desses, fui parada por um carinha na entrada do banco. Carinha? Ele devia ter uns 1,85m. Era fortinho. Usava boné, camisa sem manga e bermudão. Típico uniforme de gente ociosa. Estava sentado próximo da entrada do banco. Ele: "Dona, a senhora pode me dar uma ajuda?" E estendeu a mão. Isso às 15h. Vai ver tenho cara de tia de malandro! Não sei se isso foi pior do que a vez em que um cara de rua cismou de me seguir. Apertei o passo. Ele idem. Parei e perguntei o que ele queria. Ele: "Aí, dona... Tô ali com uns parceiros na esquina, sabe? A gente tá querendo comprar uma cachacinha, mas tá sem dinheiro. Eu podia tá mentindo, dizendo que quero arrumar dinheiro pra comida, né? Tem como você dar uma força pra gente não?" Ou o dia em que vejo um monte de moleque soltando pipa num viaduto no meio da semana, por volta das 14h. Ou quando vejo uns adultos às 15h numa praça abandonada no Centro brincando de skate, no meio de semana. Ou quando vejo ao meio-dia uns caras enormes jogando bola também numa praça do Centro...

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Uma vez contei quantos botecos havia numa rua. Três botecos a duzentos passos. Se eu incluísse alguns outros próximos, aí seriam no mínimo seis botecos a quinhentos passos. Todos tinham fregueses.

É pé-sujo demais. Mas os donos do bar estão apenas satisfazendo a imensa demanda: "Um levantamento realizado pelo Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas (Grea) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, em São Paulo constatou que cerca de 15% da população brasileira é alcoólatra."

Não sei o que querem dizer com alcoólatra. Nem sei que história é essa de "constatou". Mas a experiência diz mesmo que não falta pinguço por aí. Quero dizer, pinguços e ociosos. Quanto aos que não escovam os dentes, espero nunca me encontrar com eles. Eca, eca, eca.

30 comments:

Mr. Almost said...

a) - Apesar de não ser propriamente um Mr. Colgate, o meu sorriso, dizem as bocas bem intencionadas, é um sonho de consumo.

b) - Em todos os países os respectivos governos sempre apaparicam com benesses as forças armadas: afinal, são eles quem fazem as revoluções?

c) - Dona, não deseje para si o ócio dessa horda de desocupados: são o resultado e a escória do capitalismo, e o ócio em que vivem é o desinteresse em tornarem-se gente, a prova que são eles mesmos os maiores inimigos de si próprios.

d) - Sim, reparei que aí no Rio há ruas com um índice de botecos considerável: há muitos botecos porque há muitos clientes pinguços e ociosos, seguidores de Baco, gente para quem gastar dinheiro em escova de dentes e em dentrífico é um desperdício equivalente a cinco ou seis taças de vinho da pior casta, para não dizer martelado.

Talvez haja nisso uma pequena felicidade, não sei.

Luís Guilherme Fernandes Pereira said...

Mudando-me recentemente para o Rio, reparei que o índice de pinguços é maior que em outros lugares em que vivi ou passei, com uma percepção simples. Já várias vezes precedi ou sucedi um homem com bafo de álcool na fila do supermercado, com uma cachaça na mão.

Se me solidarizo com suas inquietudes, acredito que moleques soltando pipa numa tarde de dia de semana não se constitui, em si, algo ruim. Caso eles estudem de manhã, estão brincando depois do almoço. Isso é muito Pollyanna, mas é possível.

Armênio Martirizado said...

O Brazil tem muitos botecos, mas que ver botecos às pencas e até mesmo vizinhos, vá para Pindamonhangaba. É a cidade dos botecos, todos sujos e sem nada actrativo, MANS sempre cheios.

saudações do Armênio Martirizado,
Profecta, Místico e Mártir

Nicolau said...

Sou pinguço. Mas nem um pouco ocioso, a não ser que se considere ler e escrever blogs como uma atividade ociosa...

Valeu

bdely said...

Tanjanka,
Olha, considero o Brasil como um paraíso odontológico. Imagino que esse numero brasileiro de 40% de pessoas que nao escovam os dentes pelas bandas europeias seja de 80, 90%. Como esses europeus têm dentes podres, é incrível. Esse é um dos orgulhos de ser brasileiro: vestimo-nos mal, somos feios, mal educados, grossos. Mas nossos dentes são impecáveis....

PS:btw, obrigado pelo link.

Teofilo Tostes said...

Olá, Tanja! Vim parar aqui no seu blog procurando referências sobre o livro Paideia, de Werner Jaeger. Estava em dúvida sobre adquiri-lo e o seu texto... Bem, o seu texto me convenceu de forma incontestável. Foi uma delícia lê-lo e 'surfar no Zeitgeist' por meio de suas palavras, ao mesmo tempo 'arcaicas' e tão 'hodiernas'...

Sobre hábitos de higiene bucal, ócios, proximidade de Salvador e Rio de Janeiro, ajuda 'humanitárias' (?) ao Haiti... fui seguindo um pouco o ritmo fluente de suas palavras, mas ainda estou impactado demais com seu texto sobre o livro de Jeager para comentar qualquer coisa a mais. Volto vez em quando para te ler...

Evelyn Mayer de Almeida said...

Pois é, minha amiga. Tem assuntos que não interessam a alguns. Aliás, falo disto nomeu blog. Dá uma passada lá, Faz tempo que não te vejo.

http://fazeioqueelevosdisser.blogspot.com/2010/01/assuntos-que-interessam.html

Tanja Krämer said...

Mr. Almost, o Estado burocrático segue o lema do Septimio Severo: "Permanecei unidos, pagai ao soldado e desprezai o resto. " A diferença é que se paga a burocracia em geral. Agora, precisamos mesmo é ver uma foto dessa sua bela arcada dentária. :-)

Luís Gustavo, sei não, viu? Moleques soltando pipa num viaduto do Centro do Rio ao meio-dia me parecem estudantes só num sentido muito indevido. Se bem que o termo "estudantes" é hoje em dia que nem mulher da vida. É usado e abusado por qualquer um. :-P

Ei, Armênio, tem se martirizado no Brrrazil? :-)

Nicolau, você é pinguço. Ok. Mas existe um ócio produtivo, como já dizia o velho Aristóteles. (Ah, como é bom citar a autoridade de quem merece... :-))

Bdely, eu não tinha pensado mesmo nos europeus! Já penso nos ingleses e aqueles dentes tortos. Por sinal, o William Shirer até comentava a diferença entre a aparência dos ingleses e alemães na II Guerra em Ascensão e queda do III Reich. Uma vez também ouvi dizer os africanos têm os dentes mais bonitos. (Ah, nem precisa agradecer! Eu que te agradeço por aquele texto sobre os tipos de público de concertos. Belo post!)

Teofilo, o livro do Jaeger é um bom investimento. Mas naquele meu texto, esqueci de dizer algumas coisas. Por exemplo, que o Jaeger segue bastante Dilthey nesse negócio de "manifestação do espírito ao longo do tempo" (no caso, o desenvolvimento do espírito grego mediante a idéia de paidéia). Obrigada por visitar meu blog!

Evelyn, oi! Posso não deixar comentários no seu blog, mas sempre passo por lá. Beijos!

Evelyn Mayer de Almeida said...

Então tá perdoada! :D

Aliás, obrigada por tê-lo colocado em sua lista de indicações. Senti-me honrada, mesmo sem merecimento.

Tanja Krämer said...

Pô. Até parece que sou uma deusa dispensando graças a quem não merece, né? Por sinal, já viu algum santa chamada Tanja? :-P

Mr. Almost said...

Uma foto da arcada dentária? Rsss, ah, uma radiografia? Para quê?

Pervertida! Rsss...

Bdely said...

Santa Tanja? Sure it does.

http://en.wikipedia.org/wiki/Saint_Tatiana

Armênio Martirizado said...

Eu já fui Martirizado. Já não estou mais entre os vivos, utilizo o corpo de um médiun judeu-armeno para me comunicar com os vivos.

Mr. Almost said...

Eu também encontrei uma Santa Tanja,

http://www.flickr.com/photos/30451107@N03/4204605234/

mas você é muito mais bonita e, com certeza, mais santa.

Evelyn Mayer de Almeida said...

Viu só, Mulher? Provocou, a homarada achou! Dá-le, Santa Tanja! hehehehe

Só espero que ela não seja padroeira dos pinguços, se não seria uma baita sacanagem... ou não... hehehehe

Bjos, Gatona!

Mr. Almost said...

Evelyn,

- Gostei do epíteto "gatona". Conta p'ra mim why? Hã?

- (...)

- Claro, com discrição, mas conta, anda!

Nicolau said...

Oi Tanja,

Fiquei pensando nesse seu post. Permita observar - na boa - que há um quê de puritanismo nisso.

Veja o seguinte. Os grandes países cervejeiros são: EUA, Alemanha, Bélgica, Inglaterra (na verdade seria Grã-Bretanha, para abarcar todo mundo) e Rep Tcheca.

Os grandes produtores de vinho são: EUA, França, Itália, Espanha, Alemanha (se bem que há agora uma onda de vinhos do "Novo Mundo": Africa do Sul, Austrália, Argentina e Chile).

Em Paris, em Madrid, em Barcelona há bairros repletos de bares botequins.

Os Irlandeses católicos são uns dos maiores consumidores de cerveja do mundo - acho que a Irlanda é o maior consumidor per capita, mas não tenho certeza.

Por outro lado, os únicos países que baniram o álcool foram os países islâmicos.

E por fim, o conceito médico de alcoolatra é um exagero. A medicina da mesma forma que restringe as taxas do que é "saudável" (por exemplo o nível de colesterol ruim), aumenta os conceitos do que é nocivo (se você tomar uma cerveja todo dia pode ser considerado alcoolatra).

A filosofia e a religião muitas vezes acentuam a busca pelo equilíbrio, mas o equílibrio é uma meta, um fim. Aposto que Aristóteles tomou um ou dois porres e não duvido nem um pouco que, sei lá, Fitche gostasse de um goró (já S. Tomás eu acho que só bebia quando celebrava a eucaristia, e Kant devia tomar rigorosos 400 ml de vinho por semana - nem mais nem menos).

Quero dizer o seguinte, amiga. Essa relação quantidade de botecos por cidade não quer dizer nada além do fato de que há gente que gosta de sentar no bar e beber uma cerveja.

Claro, há muita gente que não quer trabalhar, e há muita gente ociosa que reclama da vida. Mas vamos deixar os bares fora disso.

Beijos

Numa boa.

Evelyn Mayer de Almeida said...

Mr. Almost,

Eu chamo meus amigos de Gatão e amigas de Gatona.

Não é nenhuma atitude lésbica ou carente. Apenas uma forma gentil de dizer que aquele ou aquela tem de mim grande estima.

Desculpe se te desapontei :)

Mr. Almost said...

Olá Evelyn.

Uaau! Nesse caso também quero ser teu amigo só para ouvir você me chamar de "Gatão".

E como eu já tenho você em grande estima, posso também te chamar gentilmente de "Gatona"?

Não tenho absolutamente nada a desculpar você, antes pelo contrário, tenho de agradecer a explicação.

Fique bem.

Evelyn Mayer de Almeida said...

kkkkkkkkkkkkkkk... mas que coisa feia ser interesseiro, hein, Mr. Almost??? A guriazada que se cuide pra não perderem o doce que trazem nas mãos...

Gatão, não me chamando de socialista, comunisma e quenga, o resto, se for carinhoso, pode.

Mr. Almost said...

Rsss... Tsc,tsc,tsc.

E era lá eu capaz de te chamar de socialista! Nem pensar! Um absurdo. Sem querer me gabar, sou uma pessoa de extremo bom gosto.

Gatona,

Encosta o teu ouvidinho bem pertinho dos meus lábios para eu te sussurrar uma pergunta carinhosa. Chega aqui, vem:

- Você sorri sempre lindo assim quando olha de frente e me parece que é p'ra mim?

Mr. Almost said...

Ah, fui agora mesmo descobrir e visitar a sua capela, sabe aquela que tem aqueles indivíduos comendo e bebendo à mesa, e fiquei muito agradado e bem impressionado.

Eu também vou muitas vezes à missa. Aham! E ao domingo então nem se fala, sou sempre dos primeiros a chegar. É certo que destoo um bocadito daquele ambiente virtuoso e circunspecto, mas eu até acho que é por eu ser um filho muito diferente do resto do rebanho que Deus gosta mais de mim.

Um dia destes passo lá na tua sacristia para me confessar, ok?

Tanja said...

Ô Mr. Almost, deixa de fogo. A Evelyn é casada. O marido dela vai te dar um fatality daqui a pouco. :-)

Nicolau, não entendi direito qual o seu ponto. Dizer que em um monte de outros lugares a bebida rola solta significa somente que os pinguços são uma epidemia mundial, exceto em países islâmicos. :-)

Olha só. Eu mesma disse assim: "Não sei o que querem dizer com alcoólatra. Nem sei que história é essa de 'constatou'. Mas a experiência diz mesmo que não falta pinguço por aí." Quero dizer, fui a primeira a duvidar dessa tal constatação médico-científica. Agora, nem por isso vou deixar de constatar que há um bar a cada 200 passos numa rua. Nem que é normal a gente trombar com bêbados na rua. Pô, nego não perdoa nem o Natal! :-)

Para eu escrever um troço meio puritano, primeiro eu teria que sofrer um processo urgente de conversão de vida. :-) Mas já que você mencionou por tabela uma questão religiosa, não posso deixar de citar então São Paulo. Olha só o que ele disse na I Carta aos Coríntios: "Acaso não saibeis que os iníquos não hão de de possuir o reino de Deus? Não vos enganeis: nem os crapulosos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os que se dão a bebedices, nem os maldizentes, nem os roubadores hão de possuir o reino de Deus." Ele disse coisa semelhante em Gal 5,16-22. Sei lá o que ele diria sobre tavernas. Creio que não seria nada muito bom. Se você quiser brigar, briga lá com ele. Ele é grande. Eu sou só uma pobre e indefesa latino-americana, tentando negociar minhas horrendas dívidas com o céu. :-P

Beijos, seu pinguço! :-P

Mr. Almost said...

A Evelyn é casada? Hum, quem diria! Não parecia e que a vê é capaz de jurar que não...

Bom, mas nós somos apenas amigos, não vejo mal nenhum quer numa coisa quer na outra.

(Casada! Humpf!)

Evelyn Mayer de Almeida said...

Credo!!! Por que eu não pareço casada???

Dia 04 de fevereiro faço quatro anos de casada e tenho um menino lindinho de 1 ano e 7 meses...
Dá uma passada no meu blog que vc vai ver a família por lá...

Eu sempre sorrio... Quem tem Jesus, não precisa deixar de sorrir, mesmo quando não se quer.

Lembra da música: "Sorrir, quando a dor te torturar..."

Mr. Almost said...

Evelyn,

Imagine eu (Mr. Almost, muito prazer) chegar perto de você vinda acompanhada pelo seu marido e te chamar de "Gatona"... Por muito bom propósito que eu tivesse, a expressão iria soar mal no ouvido interno do moço, né?

Fico contente por saber que você é feliz e, sim, passarei lá na tua catedral e ver a sua família. Mas já não me confesso, viu?

Claro, quem tem Jesus tem tudo. E sorrir nunca é defeito, fica sempre bem. Você está certa.

Dor? Eu? Deus me livre! Não tenho dores nem torturas, honey. Era o que me faltava!

Fique bem.

Tanja,

Mas tu é mesmo uma "espalha brasas", hein, guria?

Grr!

Evelyn Mayer de Almeida said...

Mr. Almost,

Podes passar lá quando quiser. Meu marido só vai te dar um tiro se vc disser: "E ae, Gatona! Vamô prum cineminha???" Fora isso, não, ele não irá "fatalytar" vc.

Aliás, no começo ele achava estranho esse meu jeito de chamar as pessoas de Gatona, Lindão, Anjo... Uma vez, qdo ainda paquerávamos, ele ficou bravo comigo porque o chamei de Bebê, acredita? Mas eu falo assim com todo mundo... Hoje ele já estranha eu me referir a alguém pelo nome. Até pergunta se eu tô briagda... hehehehe...

Bom, se não queres te confessar comigo porque sou casada, respeito-te. Cada um sabe até aonde pode ir com uma sadia amizade.

Não quis dizer que vc sente dor, Lindão! Quis apenas lembrar a letra da música pra dizer, que apesar das dores, a gente pode sorrir...

Mr. Almost said...

Evelyn,

Seu marido joga tiro em cima de quem vai «prum cineminha»? Isso é errado, Gatona, muito errado. Se eu, você e o Jesus que você tem no seu sorriso fossemos ao cinema, não seria caso para fatalytar eu.

Aham, entendi. Você é muito carinhosa e trata todo o mundo muito bem. Eu também sou assim, sabia? A bem dizer sou uma ternura, pode me chamar assim, que eu até gosto. Não vamos fazer pensar ninguém que você possa estar «briagada», né?... Pois então!

Well, vamos fazer um trato: eu me confesso, mas só conto metade dos pecados. Melhor: como são sete os pecados capitais, conto-te quatro para dar conta certa. Deal?

Obaaa! Depois desse "Lindão" já não sinto dores e sou todo sorrisos, como tu, Tatu.

(Brincar é bom. Faz bem, é sadio. Beijo! You are a good girl.)

Evelyn Mayer de Almeida said...

Bom humor é coisa boa demais!

Mas vamos combinar o seguinte? Quando quiser falar comigo, passa lá no meu confessionário. Sabe como é... já já seremos fatalytados pela Tanja, e com toda razão, afinal, o tema deste assunto já rumou outros caminhos!

Pax, Querido!

Mr. Almost said...

Gatona,

A Tanja é muito minha amiga,

(Rá!)

e jamais me fatalytaria.

(Ra ra ra rá!)

Sim, passarei para ver vocês.

Pax imperatrix mundi. Bom fim-de-semana, Evelyn.