Saturday, November 28, 2009

A Vidente

Amigo, pode reconhecer aí a minha vidência. Sim, senhor. Se antes fiz um post sobre a fraternidade comuno-macho-beijoqueira, um tempinho depois rolou essa história do Lula ter tentado "subjugar" (ê uso engraçado do termo) um cara numa prisão. Amor comunista. Desculpa ai, viu?

Preciso mudar o nome do blog. Seria melhor "A Vidente". Pena que terá nome de novela das seis.

10 comments:

R. B. Canônico said...

Definitivamente estarrecedor.

:o

Luiz Renato said...

Uma católica "vidente"?
Cuidado com a fogueira...

Tanja Krämer said...

Vidência? Fogueira? Hein? Hã? Quem foi que atropelou o burrico?

Não sei o que é mais estarrecedor, Canônico. A vidência ou a tal subjugação luliana. :-)

Mr. Almost said...

Tanja,

Nas prisões é muito comum ocorrerem esse tipo de subjugações porque o estatuto do prisioneiro tem a ver com o número de "namoradas". Por isso, o verbo "subjugar" está correcto porquanto o que se sabe é que o Lula queria estabelecer uma relação, mas não se sabe ao certo se pretendia um desempenho activo ou passivo.

Bom, o melhor é esperar pelo filme: estou certo que esse episódio da vida do protagonista fará parte do enredo.

Nicolau said...

Ô Tanja, tenho umas dúvidas quanto ao futuro. Você não quer me dar uma consulta não?

E faz um precinho camarada, please, você sabe como é...Natal, presentes, etc.

Obrigado. Aguardo confirmação.

Evelyn Mayer de Almeida said...

Renuncia este espírito de vidente, irmã. Vai numa sessão de descarrego resolver isso já!

:p :))

Te adoro! Saudades!!!

Tanja Krämer said...

Mr. Almost, então quanto mais gay é o prisioneiro, maior é a reputação dele? :-)

Nicolau, quando eu captar alguma mensagem a seu respeito, conto. Só não vá chorar como se estivesse vendo Star Trek. :-)

Ixi, Evelyn! Até fui ver um pouquinho a Record para saber que horas será a sessão do descarrego. :-) Beijinhos!

Mr. Almost said...

De forma alguma, Tanja. Os prisioneiros não são gays, muito pelo contrário.

O que sucede é que o isolamento e a privação prolongada do belo sexo (deixando forçadamente de ver mulher, de tocar em mulher, de se relacionar com mulher) determina no prisioneiro a sublimação da mulher e do corpo feminino: ele vê no parceiro ( normalmente um recém-chegado ao presídio colocado na base da hierarquia dos prisioneiros) uma mulher: "ela" limpa a cela dele, "ela" lava a roupa dele, "ela" tolera a subjugação dele, e ele "a" protege.

Lucas F. said...

Putz muito gay tudo isso!!

Anonymous said...

eu ja tenho visoes do futuro.ja usei esse dom em uma prova de historia.A resposta era mesopotania, eu vi a minha mao,o lapis, a pergunta.estava escrevendo mesopotania.
durei 15minutos para entrar em transe.