Sunday, December 24, 2006

As norueguesas são estupradas por muçulmanos mas, segundo professor, elas também são culpadas, e quase ninguém toca no assunto

Eu estava lendo The Brussels Journal quando, para variar, vi mais uma notícia sobre a ligação entre aumento dos casos de estupro e imigração muçulmana. Dessa vez é na Noruega, onde a taxa de estupro é seis vezes maior que em Nova Iorque. E o detalhe mais insólito é o comentário infeliz do professor universitário no final da notícia. Dá vontade de bater.

The number of rapes in the Norwegian capital Oslo is six times as high as in New York City. I’ve written about the issue of rape and Muslim immigration so many times that I am, quite frankly, a bit tired of the subject. But as we all know, problems don’t disappear just because you are tired of talking about them, so here goes.

There has been an explosive increase in the number of rape charges in the city of Oslo, but both the media and the authorities consistently refuse to tell us why. They did do so, however, in 2001, when two out of Norway's three largest newspapers, Aftenposten and Dagbladet, reported that most of these rape charges involve an immigrant perp, which again mostly means Muslims. Both newspapers have since then conveniently “forgotten” about this, and have never connected the issue to Muslim immigration although the number of rape charges has continued to rise to historic levels. They are thus at best guilty of extreme incompetence, since their former articles about this issue are still available online.

Norway’s Minister of Justice from 2001 to 2005, Odd Einar Dørum, mentioned the problem in 2001 but has later gone quiet about the issue. The reported number of rapes in Oslo is now six – 6! – times as high per capita as in New York City, yet the media keeps warning against Islamophobia.

According to Aftenposten, the clinic (voldtektsmottak) at the emergency hospital known as Legevakt has never had so many rape victims to treat. Its ability to care for them all is being severely tested. The number of reported rapes has skyrocketed this year.

Two out of three charged with rape in Norway’s capital are immigrants with a non-western background according to a police study. The number of rape cases is also rising steadily. Unni Wikan, a professor of social anthropology at the University of Oslo, in 2001 said that “Norwegian women must take their share of responsibility for these rapes” because Muslim men found their manner of dress provocative. The professor’s conclusion was not that Muslim men living in the West needed to adjust to Western norms, but the exact opposite: “Norwegian women must realize that we live in a Multicultural society and adapt themselves to it.”

O comentário do tal Unni Wikan deve ter ganho de lavada o troféu "Big Asshole 2001". Será que esse cara não tem mãe, filha, tia, prima, sobrinha, irmã, amiga? Além de atribuir parte da responsabilidade às vítimas, ele teve a cara de pau de dizer que quem deve se acostumar com a "Multicultural society" são as norueguesas, não os safados dos muçulmanos! Mas quem foi que lhe deu o direito de dizer o que convém ou não? E que porcaria de sociedade é essa onde as mulheres não podem viver tranqüilas? Quer dizer que um dia todas nós teremos de usar burka? Poxa, é como se um cara viesse aqui em casa, ficasse de gracinha com a minha filha, exigisse que eu modificasse toda a arrumação da casa, para no fim dizer que eu deveria ser responsabilizada por todas as grosserias dele. Palhaçada!

1 comment:

Anonymous said...

Há gente que tem um parafuso a menos na cabeça.
O Ser Humano baseia aquilo que diz e pensa na sua experiência pessoal. Pelas palavras deste "professor" (!) acho que ele precisa de ser violado para depois então poder emitir uma opinião.
Quando vou a casa de alguém, respeito as regras dessa pessoa. Quando alguém vem a minha casa, espero que me respeite e às minhas regras. Se vou à Noruega tenho que agir como um Norueguês (como se diz aqui em Portugal, "em Roma sê romano"). O que faz da Noruega um farol para a humanidade é a sua cultura, não vamos começar agora a matar porque imigram pessoas para o nosso país oriundas de um local onde matar é "normal".

Acho que devemos repensar a forma como vemos a imigração e integração das pessoas. Há que levar em conta que muitas das pessoas que facilmente usam palavras como "racismo" ou "xenofobia" nunca tiveram contacto físico com a violência para a entender completamente.